Quem é a ‘baronesa do PCC’ envolvida em comércio ilegal de bolsas de luxo

A cunhada de Marcola, líder do PCC (Primeiro Comando da Capital), teve a prisão mantida pela Justiça, após ser acusada de participar de um esquema que lavava dinheiro para outra família ligada ao grupo. A mulher ficou conhecida como ‘baronesa do PCC’.

Francisca Alves da Silva, a baronesa do PCC - Mulher branca e loira, de cabelos compridos e lisos, sentada no braço de uma cadeira preta usando um top cropped de mangas na cor preta e uma calça na cor rosa. Ela está em frente a uma parede de grama verde com um letreiro acima dele com a palavra BARONESA escrita em letras maiúsculas

Polícia identificou que cunhada de Marcola era uma das lideranças de esquema ligado ao PCC – Foto: Record TV/Reprodução/ND

Quem é a ‘baronesa do PCC’

Francisca Alves da Silva, de 54 anos – a baronesa do PCC – é empresária e foi presa em abril deste ano em uma operação da PF (Polícia Federal) que teria movimentado R$ 23 milhões de 2011 a 2023. As informações foram obtidas com exclusividade pela Record TV.

A investigada, que está presa no estado do Ceará, é envolvida no comércio de bolsas de luxo roubadas, que tem como uma das ajudantes a filha, Bárbara, alvo da polícia por movimentações relacionadas a receptação.

A baronesa do PCC ainda é investigada por liderar o esquema de lavagem de dinheiro da família Camacho e levava uma vida de luxo, segundo a polícia. Ela é casada com o irmão de Marcola e, conforme a investigação, chegou a fazer diversas cirurgias plásticas com o dinheiro dos crimes.

Defesa diz que Francisca da Silva não tem relação com organização criminosa – Foto: Record TV/Reprodução/ND

Francisca é proprietária de uma adega de luxo na Liberdade, bairro no Centro de São Paulo. A polícia identificou que o imóvel está registrado em nome da filha dela.

“Nós temos informações de que ela adquiria essas bolsas, agora precisamos identificar quais circunstâncias, se era sob encomenda diretamente com os criminosos ou se era da Bárbara [filha]”, explica o delegado da DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais), Fábio Sandrin.

Em nota à Record TV, a defesa de Bárbara afirmou que não foram encontrados indícios que ligassem a jovem a crimes. Os advogados de Francisca Alves da Silva, apontada como a baronesa do PPC, disseram que ela não pertence a nenhuma organização criminosa e que não foi denunciada por lavagem de dinheiro.

*Com informações do R7.

Adicionar aos favoritos o Link permanente.