
Produtos como o chamado ‘cafake’ e os ‘compostos lácteos’ são alternativas mais baratas, mas podem enganar o consumidor e trazer riscos à saúde. Repletos de aditivos, esses ultraprocessados comprometem a nutrição e podem favorecer doenças crônicas. Os riscos dos alimentos “fake” à saúde
Já parou para pensar no que um “cafake” pode fazer com a sua saúde? Tem-se falado bastante por aqui sobre o “pó para preparo de bebida à base de café”, que nada mais é do que o café misturado com cereais ou milho torrado.
Uma solução encontrada pela indústria para diminuir o custo do produto — mas que pode acabar enganando um consumidor menos atento. Até porque o cafezinho nosso de cada dia sofreu um aumento de 50% em apenas um ano.
Mas essa gambiarra aí da indústria não se limita ao café. Quem aí já não comprou “composto lácteo” achando que era leite ou “bebida láctea” achando que era iogurte? Mas o prejuízo para quem acaba optando por esses substitutos vai muito além da carteira.
Você sabe as diferenças entre bebida láctea e iogurte?
Pixabay/Divulgação
Para baratear o custo de produção, as marcas acabam adicionando ingredientes como açúcar, gordura vegetal, amido modificado, sódio, aromatizantes ou espessantes. E aí o “iogurte”, que era para ser fonte de proteína na dieta, acaba se revelando um ultraprocessado.
E a gente já sabe do perigo dos ultraprocessados, que podem comprometer a absorção de nutrientes e favorecer o desenvolvimento de doenças crônicas. O que pode trazer impactos significativos à saúde, especialmente de grupos mais vulneráveis, como idosos, crianças e pessoas de baixa renda.
E você? Já foi enganado por esses “sósias” dos produtos?